Unidos contra o câncer infantil.
Instituto Nacional de Câncer está coordenando a criação de um projeto-piloto de Atenção Integral a Criança com Câncer. A iniciativa conta com a parceria de instituições como a Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica (SOBOPE), Instituto Ronald McDonald e o Instituto Desiderata, além da Secretaria Municipal de Saúde. A partir do levantamento da situação do câncer pediátrico no país, esse grupo definirá as prioridades na área. O projeto, que será apresentado ao Ministro da Saúde, incluirá recursos materiais, humanos e assistenciais.
Hoje, 80% das crianças com câncer vivem em países subdesenvolvidos. Caso as condições atuais não sejam modificadas, uma em cada duas crianças com câncer morrerá nesses países. No Brasil, segundo estimativas do INCA, deverão ser registrados em 2008 cerca de 9.890 casos novos de câncer em crianças e adolescentes de até 18 anos. O câncer pediátrico representa entre 0,5% e 3% de todas as neoplasias na maioria das populações. Em geral, a incidência total de tumores malignos na infância é maior no sexo masculino.
No mundo, de acordo com a Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica (SOBOPE), são registrados anualmente 250 mil casos. Desse número, cerca de 50 mil terão acesso ao que se considera ideal em termos de assistência e tratamento. Os demais casos, 200 mil, localizados nos países emergentes, terão acesso precário.
Excluídas as causas externas, o câncer pediátrico é a primeira causa de morte em crianças maiores de quatro anos. Anualmente, 160 mil crianças são diagnosticadas com câncer e estima-se que 90 mil morrerão da doença. Quando a doença é diagnóstica precocemente e a criança recebe atendimento oportuno, as chances de cura são de 70%.
Fonte : Inca - Instituto Nacional do Câncer
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